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Oeste em Desenvolvimento lança caderno com números socioeconômicos da região

Qual a população de Cascavel ou Marechal Cândido do Rondon? Qual o Produto Interno Bruto (PIB) de Toledo? Qual o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Mercedes? Quantos empregos diretos são gerados em Pato Bragado?
Essas e outras perguntas estão respondidas no “Caderno Municipal”, para os municípios do oeste do Paraná, lançado pelo Programa Oeste em Desenvolvimento (POD). O objetivo da publicação é informar a população, jornalistas e lideranças públicas e privadas dados importantes na hora da tomada de decisões.
O POD reúne mais de 60 instituições para debater propostas e ações em prol do desenvolvimento do território.
O boletim foi produzido pelo “Observatório Territorial” do POD, em parceria com Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).
Está disponível para download no site do POD pelo link: https://observatoriopti.wixsite.com/meusite/home.
Segundo o coordenador do Observatório Territorial, Flavio Rocha, já foram produzidos três boletins denomiados de “Conjuntura Socioeconômica do Oeste do Paraná”, mas esse caderno é uma publicação mais completa e individual de cada município. “É de escrita fácil. E de fácil compreensão. Nosso propósito é que todos consigam ler, se informar e conhecer detalhes de cada cidade”, explicou.
Nessa primeira etapa, foram elaborados documentos para 16 municípios: Assis Chateaubriand, Cascavel, Diamante d’Oeste, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Itaipulândia, Marechal Cândido Rondon, Medianeira, Nova Santa Rosa, Ouro Verde, Pato Bragado, Quatro Pontes, São Pedro do Iguaçu, Terra Roxa, Toledo e Vera Cruz do Oeste.
A previsão é que até o fim de 2018 estejam prontos o caderno dos demais municípios.
Caderno técnico
Entre as informações, há dados referente ao setor econômico como empregos, salários, investimentos, financiamentos, produção e exportação. Além disso, há dados sobre a população, programas sociais, vulnerabilidade social, saúde, educação e até emissão de gases poluentes.
Em Cascavel, por exemplo, em 2016, haviam 99.337 empregos formais. Do total, 8% na administração pública; 4% no abate de aves e também 4% nos supermercados.

“Além dos dados individuais dos municípios apresentamos uma comparação com a região Oeste e com o Paraná”, disse Rocha.
A renda per capita de Cascavel, em 2016, foi pouco inferior à média oestina e paranaense. Já a média salarial da cidade é superior que a do Oeste e pouco inferior à do Paraná. A média cascavelense foi de R$ 2.357,65, enquanto do Oeste foi R$ 1.836,79 e a paranaense, R$ 2.632,21.
As informações do Caderno são organizadas em séries históricas a partir de 2013, por meio de bases de dados de informações públicas, como o IBGE, CAGED, IPARDES, DATASUS, entre outras.